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terça-feira, 29 de novembro de 2011

É sempre bom saber que...

Ser vítima de racismo assemelha-se a experiência de viver uma situação traumática, diz pesquisa

Segundo recente pesquisa norte-americana, passar por uma situação de ser vítima de racismo afeta a saúde mental de adultos igualmente a experiência de viver uma situação traumática.

A análise de 66 estudos anteriores, que incluiu mais de 18.000 adultos negros, concluiu que são respostas comuns ao racismo e ao trauma, a somatização (aflição psicológica que se expressa como dor física), sensibilidade interpessoal e ansiedade. Pessoas que foram vítimas de racismo têm também maiores possibilidades de relatarem sofrimento mental no decorrer de suas vidas.
Os pesquisadores sugeriram que o fator: ligação entre saúde mental e racismo poderia contribuir para o entendimento das disparidades da saúde física entre negros e outros americanos de diferentes etnias.

"As relações entre o racismo percebido e auto-relatados seguidos de depressão e ansiedade são bem constantes, proporcionando um lembrete de que as experiências de ser vítima do racismo podem desempenhar um papel importante no fenômeno da disparidade da saúde" disse o principal autor do estudo, Alex Pieterse da Universidade de Albany (NY), em uma nota de imprensa para a Associação de Psicologia Americana (APA).

"Por exemplo, africanos americanos têm taxas mais altas de hipertensão, uma condição séria que tem sido associada com o estresse e a depressão", disse Pieterse.

Os autores do estudo observaram que os terapeutas devem avaliar rotineiramente as suas experiências de pacientes da 'raça negra' e verificar sempre a questão do racismo durante o tratamento. O estudo foi publicado online no Journal of Counseling Psychology.




Anorexia e sua relação de busca de um verdadeiro self

Novo relatório afirma que pessoas que estão com anorexia sofrem com perguntas sobre 'quem é’, sobre seu self, ou seja, sua identidade verdadeira. Os pesquisadores acreditam que o entendimento do próprio conflito tem importantes implicações no tratamento, e que abordagens que exploram idéias sobre autenticidade e busca do 'self' fornecem um bom método de tratamento da anorexia, por fornecer insights para a busca de um tratamento compulsório.

Pesquisadores no Reino Unido entrevistaram 29 mulheres que estavam sendo tratadas devido à anorexia em clínicas de todo o sul da Inglaterra. Na entrevista, as mulheres foram questionadas sobre como elas viam as suas condições, incluindo a sua compreensão sobre o distúrbio, e como elas se sentem sobre o tratamento compulsório, e os seus pensamentos sobre o impacto da anorexia na tomada de decisões.

Embora os pesquisadores não perguntarem nada sobre a autenticidade ou identidade, quase todas as participantes falaram em termos de um "eu autêntico." Além disso, os pesquisadores relatam que, "para quase todas as relações entre anorexia nervosa e sobre seu eu autêntico era uma questão importante".

As participantes do estudo poderiam ser caracterizadas de maneiras diferentes em relação à anorexia e o 'eu autêntico'. Muitas viram a anorexia como separada do seu verdadeiro eu. Algumas expressaram a idéia de uma luta de poder entre seu eu verdadeiro e autêntico com a anorexia, acreditando que outras pessoas poderiam fornecer apoio para permitir que o eu autêntico ganhasse força dentro da luta.

A descoberta de que alguns pacientes podem visualizar a sua doença como separada de sua própria fé é visto pelos pesquisadores como um sinal de esperança. "Conceituando o comportamento anoréxico como parte inautêntica de si mesmo pode ser uma estratégia valiosa para muitos, para ajudar a superá-lo", escrevem os autores.

Os autores também afirmam que a distinção entre uma verdadeira e uma parte do eu inautêntica não significa necessariamente o mesmo que uma falta de capacidade para a tomada de decisões e não pode justificar a recusa do paciente ao consentimento para o tratamento.

"Algumas autoridades no assunto argumentam que o tratamento compulsório nunca deve ser usado para a anorexia nervosa", disseram os autores.

"Acreditamos, no entanto, que devemos levar a sério a possibilidade de que uma pessoa no auge de sua anorexia nervosa pode estar enfrentando conflitos internos substanciais, embora a pessoa não possa expressar esse sentimento no momento."

Para resumir, os investigadores acreditam que os médicos e psicólogos precisam monitorar pontos de vista dos pacientes ao longo do tempo. Se o conflito interno persistir, ele sugere uma falta de capacidade para a tomada de decisões, e portanto, um risco de dano significativo. Neste caso, os pesquisadores dizem que, "talvez a evidência deste ponto de vista seja suficiente para substituir a recusa de tratamento no melhor interesse da pessoa”.

Uma questão não respondida na pesquisa é se os pacientes que consideram a anorexia nervosa como uma parte inautêntica de si são mais propensos a responder ao tratamento. "A questão do estudo empírico agora é saber se aqueles que separam o eu autêntico da anorexia, a partir de uma auto-percepção, são mais bem sucedidos em superar a anorexia nervosa do que aqueles que não", escrevem os pesquisadores.



Beijos a todos! 

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