Fall In Love With More Free Templates! Click Here To Get Your Own Smitten Blog Design... »

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

É sempre bom saber que...

Pesquisa sugere que pessoas impacientes têm pior relação com sua economia e créditos bancários

em Segunda, 05 Dezembro 2011 13: 40 por G1 adaptação: Kleyson Matos

Pesquisa divulgada recentemente na revista norte-americana 'Psychological Science' demonstra que pessoas impacientes têm uma pior situação do que as demais, em relação a situação econômica de seus créditos bancários.
O estudo foi idealizado por Stephan Meier, Universidade de Columbia e CHarles Sprenger, Universidade Stanford, dois economistas que durante uma época trabalharam em pesquisas sobre o comportamento econômico no banco central norte-americano, o Federal Reserve.
Os pesquisadores recrutaram para seu estudo 437 pessoas que estavam sendo ajudadas por um centro comunitário de Boston, que visava auxiliar pessoas de média e baixa renda durante a época do pagamento de impostos. Cada um dos participantes recebeu um questionário, que fazia o contribuinte escolher entre premiações imediatas e menores ou recompensas maiores, mas que determinam uma maior espera a chegar. Cada participante deixou que os entrevistadores pudessem apreciar os seus dados financeiros durante a pesquisa.
Após análise dos resultados os autores do estudo descobriram que pessoas impacientes, ou seja, aquelas que escolheram premiações menores e mais rápidas tinham uma pior situação de crédito que as demais. E isso sugere que essas pessoas em uma situação passada tiveram problemas com contas que levaram hipotecar bens.
Ainda que reconheça a importância das razões apontadas por especialistas para explicar a crise financeira que tomou conta do mercado imobiliário norte-americano a partir de 2007, Meier não descarta a influência psicológica nos desdobramentos da crise.
O economista lembra que deixar de realizar o pagamento de uma dívida nem sempre é proposital, e pode ser devido a perca de um emprego. Mas alerta o fato de pessoas que demonstram impaciência ignorarem as conseqüências a longo prazo de seus atos. Meier destaca ainda que algumas vezes a decisão de deixar de pagar as contas pode ser estratégica, já que certos participantes do estudo demonstraram preferir ter dinheiro imediatamente e lidar com as repercussões depois.

Criatividade pode também levar a comportamentos antiéticos, como trapacear, sugere recente pesquisa


em Terça, 29 Novembro 2011 21:20 por Rick Nauert tradução e adaptação: Kleyson Matos

Um novo estudo sugere que pessoas criativas são mais propensas a enganar do que as pessoas menos criativas, porque seu talento lhes permite racionalizar a ação. O estudo foi publicado na Revista on-line da Associação Americana de Psicologia da Personalidade e Psicologia Social.
Francesca Gino, autora e pesquisadora da Universidade de Harvard e o co-autor Dan Ariely, Ph.D., da Universidade de Duke , desenvolveram uma série de cinco experimentos para testar se as pessoas mais criativas iriam trapacear em circunstâncias em que eles poderiam justificar seu mau comportamento.
Os pesquisadores utilizaram uma série de testes psicológicos reconhecidos e medidas para avaliar a criatividade dos sujeitos da pesquisa e também testaram a inteligência dos participantes. Em cada um dos cinco experimentos, os participantes recebiam uma pequena quantia em dinheiro pelo número de respostas corretas.
Em certas questões do experimento havia problemas no caderno de aplicação, com as respostas já assinaladas, embora os pesquisadores dissessem que o erro não influenciaria no experimento, fazendo assim com que os participantes pudessem acreditar que se trapaceassem não haveria nenhuma detecção ou problema.
Curiosamente, os pesquisadores descobriram que os participantes mais criativos foram significativamente os mais propensos a trapacearem. No entanto, não havia nenhuma ligação entre a inteligência e a desonestidade - ou seja, mesmo inteligente (defina-se inteligência aqui como lógico-matemática) as pessoas menos criativas não estavam inclinadas para a desonestidade.
Em outro experimento, foram mostrados aos indivíduos do teste desenhos com pontos em dois lados de uma linha diagonal e pediu para indicar se havia mais pontos no lado esquerdo ou do lado direito. Em metade dos 200 ensaios, era virtualmente impossível dizer se havia mais pontos de um lado ou do outro. No entanto, os participantes foram informados de que seria pago 10 vezes mais para cada vez que dissesse que havia mais pontos no lado direito. Como previsto, os participantes mais criativos foram significativamente mais propensos a dar a resposta que paga mais.
"A criatividade ajuda as pessoas a resolver tarefas difíceis em muitos domínios, mas fagulhas criativas podem também levar os indivíduos a tomar rotas antiéticas na busca de soluções para os problemas e tarefas", disse a pesquisadora Francesca Gino.
"A relação entre a criatividade e o comportamento desonesto não tinha sido estudada empiricamente até hoje. Os resultados do presente artigo indicam que, de fato, as pessoas que são criativas ou trabalham em ambientes que promovem o pensamento criativo podem sofrer mais em risco quando enfrentam dilemas éticos".


em Segunda, 05 Dezembro 2011 13:29 por Rick Nauert tradução e adaptação: Kleyson Matos


Um novo estudo sugere que estar em contato com outras pessoas pode ajudar a retardar a questões físicas e cognitivas associadas ao envelhecimento. O estudo foi publicado no 'Journal of Health and Social Behavior'.
Os pesquisadores analisaram dados de uma amostra de 1.667 adultos com mais de 60 anos. Os participantes foram questionados sobre a freqüência de atividades sociais, tais como visitar amigos e familiares; assistir a reuniões, programas ou clubes; e participação em voluntariado na comunidade nos últimos 12 meses. Eles também responderam a perguntas sobre as limitações cognitivas e físicas.
Os investigadores descobriram que adultos mais velhos socialmente ativos desenvolveram limitações cognitivas e físicas mais lentamente do que aqueles com baixos níveis de engajamento social. A relação continuou mesmo entre os mais velhos, que não eram tão socialmente ativos em seus anos jovens.
"As pessoas têm algum controle sobre suas vidas sociais, por isso é encorajador e agradável para muitas pessoas - socializar com os outros - que beneficia a saúde física e cognitiva", disse a autora do estudo, Patricia A. Thomas. Os idosos são vulneráveis ​​a perder papéis sociais através da aposentadoria ou a morte de um cônjuge, sendo que eles ainda poderiam buscar uma variedade de atividades sociais.
Thomas apontou: "Mesmo aqueles adultos mais velhos que não eram socialmente ativos quando mais jovens, quando eles aumentaram a atividade social mais tarde na vida, ainda podem reduzir os problemas de saúde física e cognitiva."
Asenath La Rue, Ph.D., neuropsicólogo, concordou com a conclusão principal do estudo. La Rue disse que não têm sido muitas as pesquisas sobre os benefícios obtidos com a interação social se uma pessoa não era engajada socialmente quando mais jovem.

Beijos a todos!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Olá, seja bem-vindo (a) ao Para Meninas & Mulheres!

Deixe seu recadinho e ficarei muito feliz em responde-lo!

Obrigada pela visita! Beijos!