Fall In Love With More Free Templates! Click Here To Get Your Own Smitten Blog Design... »

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

É sempre bom saber que...



Compulsão por compras pode estar associada à lesão no córtex cerebral


Em Segunda, 12 Dezembro 2011 07:12 por Mente e Cérebro.

Com a aproximação do Natal é comum que lojistas aumentem seus estoques, prontos para o boom de compras que ocorre todos os anos nessa época. Em meio a tantas opções, muitas vezes fica difícil decidir o que comprar e não estourar o orçamento. E para pessoas com lesões no córtex pré-frontal ventromedial, segundo estudo publicado na Journal of Neuroscience, pode ser mais complicado ainda.
Para chegar a essa conclusão, o neuroeconomista Joseph Kable, da Universidade da Pensilvânia, trabalhou com dois grupos: um composto por voluntários saudáveis, para controle, e outro com pessoas com possíveis danos no córtex pré-frontal ventromedial causados por infarto, aneurisma ou tumor. Em seguida, foi solicitado aos participantes que escolhessem entre diferentes kits que incluíam sucos de fruta e barras de chocolate, estando em cada um especificado o valor dos itens e o preço total da cesta pronta. As opções eram: dois chocolates e seis sucos, três barras e três bebidas ou quatro doces e nenhum suco.
O somatório de cada conjunto, no entanto, nem sempre correspondia ao preço real: alguns valores eram maiores do que se os produtos fossem comprados separadamente. Como esperado, os participantes do grupo de controle foram capazes de analisar cada combinação e fizeram escolhas coerentes, percebendo quando a proposta não compensava. Já os voluntários com lesões corticais mostraram maior dificuldade em decidir, optando algumas vezes por artigos com preços abusivos, sem se darem conta disso.

Ocorrência psiquiátrica materna no período de 30 dias pós-parto é fator preditor para transtorno afetivo bipolar


Em Domingo, 11 Dezembro 2011 13:10 por HealthDay News tradução e adaptação: Kleyson Matos.

Mães recentes que experienciam algum distúrbio psiquiátrico dentro do período de trinta dias após o parto, têm um risco aumentando de desenvolver transtorno afetivo bipolar, de acordo com novo estudo publicado on-line na revista Archives of General Psychiatry.

Os pesquisadores examinaram dados de mais de 120 mil mulheres dinamarquesas nascidas entre 1950 e 1991 que receberam pela primeira vez um tratamento psiquiátrico, ou em um ambulatório ou em regime de internamento para qualquer tipo de transtorno psiquiátrico que não fosse o transtorno bipolar. Dessas mulheres, 2.870 tiveram contato pela primeira vez com um tratamento psiquiátrico dentro de um ano após dar à luz ao seu primeiro filho.
Durante o seguimento, mais de 3.000 das 120.000 mulheres foram diagnosticadas com transtorno bipolar. Quinze anos depois, o transtorno afetivo bipolar tinham sido diagnosticado em cerca de 14% das mulheres em que o contato inicial com tratamento psiquiátrico foi feito em até 30 dias após o parto, em comparação com menos de 5% das mulheres que tiveram contato inicial de um mês a um ano após o parto e 4% delas que tiveram o contato inicial em um ano ou mais após o parto.
Vinte e dois anos mais tarde, o transtorno afetivo bipolar tinha sido diagnosticado em 19% das mulheres que tiveram contato inicial com tratamento psiquiátrico, no prazo de um mês após dar à luz, em comparação com 6,5% de mulheres que tiveram contato inicial, no prazo de um mês a um ano após o parto, e 5,4% daquelas com contato inicial de um ano ou mais após o parto.
"O parto tem uma influência importante no início e curso do transtorno afetivo bipolar, e os estudos têm demonstrado que os episódios de psicose pós-parto são muitas vezes considerados como melhores apresentações do transtorno afetivo bipolar que ocorrem em uma época de mudanças psicológicas e fisiológicas dramáticas”, escreveram os pesquisadores. "Também está claro, entretanto, que um elevado número de mulheres com o aparecimento de um distúrbio psiquiátrico no período pós-parto imediato não recebem um diagnóstico de transtorno bipolar."
"O presente estudo confirma a ligação bem estabelecida entre o parto e transtorno afetivo bipolar, e especificamente acrescenta a este campo de pesquisa, demonstrando que o contato inicial com tratamentos psiquiátricos nos primeiros 30 dias pós-parto predisseram significativamente a conversão para transtorno afetivo bipolar durante certo período de tempo", concluíram os autores.
Embora o estudo sugira uma associação entre os episódios psiquiátricos logo após o parto e o transtorno afetivo bipolar, ele não mostra relação de causa e efeito.

Desconstruindo os mitos em torno da Psicopatia


Em Domingo, 11 Dezembro 2011 14:03 por Rick Nauert tradução e adaptação: Kleyson Matos.


Personagens como Patrick Bateman de "Psicopata Americano", Dexter Morgan da série "Dexter" ou o Dr.Hannibal Lecter de "O Silêncio dos Inocentes" são normalmente descritos como charmosos, intrigantes, desonestos, sem culpa e em alguns casos, absolutamente aterrorizantes.




Para muitos, o conhecimento de psicopatia que possuem decorre de reportagens ou das produções cinematográficas. Personalidades psicopaticas são muitas vezes memoráveis, seja nas telas ou no mundo real, com ações que levam a uma impressão duradoura. Mas a investigação científica sugere que apsicopatia é um transtorno de personalidade muito mal compreendido.

"A psicopatia tende a ser usada como um rótulo para pessoas que não gostamos, pessoas que não conseguimos entender ou interpretamos como personificação do próprio mal", disse a Drª Jennifer Skeem, professora de psicologia e comportamento social da Universidade da Califórnia, Irvine.
Skeem juntamente com colegas de estudo têm escrito uma monografia que se concentra na compreensão da personalidade psicopática. O estudo pode ser encontrado na revista Psychological Science in the Public Interest.
Os especialistas dizem que a confusão sobre psicopatia existe até mesmo na comunidade científica, com muitas descobertas contradizendo outras. "A psicopatia tem sido considerada como um transtorno de personalidade único. No entanto, há evidências crescentes de que existe na verdade uma confluência de vários traços de personalidade diferentes”, disse Skeem.
Os autores da monografia argumentam que ao invés de ser "uma coisa", como é comumente considerada, a psicopatia parece ser uma condição complexa e multifacetada marcada pela mistura de traços de personalidade refletindo diferentes níveis de desinibição, ousadia e mesquinhez. Uma descoberta notável entre a literatura existente é que um subgrupo considerável de menores infratores e adultos - rotulados como psicopatas são, na verdade, pessoas emocionalmente perturbadas, mostrando sinais de ansiedade e disforia.
Apesar da suposição comum de que os psicopatas 'nascem assim', e de que não são construídos com as aprendizagens e com o contato social, os autores ressaltam que a psicopatia não é apenas uma questão de genes - parece ter múltiplas causas e também parece ser moldada por fatores ambientais.
Outro mito é o pressuposto de muitos psicólogos e psiquiatras que a psicopatia é inalterável - uma vez psicopata, sempre será um psicopata. No entanto, pesquisadores dizem que não há evidência científica mínima para apoiar esta colocação. Trabalhos empíricos recentes sugerem que jovens e adultos com altos escores em medidas de psicopatia podem mostrar redução significativa do comportamento violento e criminoso após tratamento intensivo.
Outro equívoco importante que os autores procuraram dissipar no estudo é o de que apsicopatia é sinônimo de violência. Skeem pontua que muitas vezes os indivíduos psicopatas não têm histórico de comportamento violento ou condenações penais. "Psicopatia não pode ser equiparada com extrema violência ou assassinatos em série", afirma Skeem.
Na verdade, os psicopatas muitas vezes não demonstram ser mais diferentes que qualquer pessoa dita 'normal'.
Os investigadores acreditam que uma visão mais precisa dos traços de personalidade que caracterizam a psicopatia, vai ajudar a prevenção e o tratamento, além de melhorar as estratégias em saúde e segurança pública.

Beijos a todos!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Olá, seja bem-vindo (a) ao Para Meninas & Mulheres!

Deixe seu recadinho e ficarei muito feliz em responde-lo!

Obrigada pela visita! Beijos!