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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

É sempre bom saber que...



Abuso de álcool e a influência deste comportamento sobre o parceiro

Em Segunda, 19 Dezembro 2011 21:31 por Estadão adaptação: Kleyson Matos

Segundo novo estudo realizado pelo departamento de psicologia da Universidade Dalhousie, em Halifax (Canadá) se um companheiro de relacionamento bebe em excesso, esta atitude poderá influenciar fortemente o comportamento do outro parceiro a beber.
O estudo foi feito com 208 casais de namorados, com a faixa de idade de 20 anos. Como quesito de participação os casais deveriam estar juntos por no mínimo três meses, com encontro regulares por pelo menos cinco vezes por semana. O tempo de relação média dos casais pesquisados era de dois anos de relacionamento.
A pesquisa observou os casais ao longo de 28 dias. Os pesquisadores observaram que ao longo desse período eram capazes de predizer o abuso de álcool de um parceiro após o abuso por parte do outro.
Essa é uma explicação inédita sobre por que adultos consomem álcool em excesso: isso poderia estar por vezes associado ao fato de o relacionamento amoroso promover esse consumo, através de aprendizagem de novos repertórios comportamentais.
"O estudo serve de alerta: escolha bem seus amigos e namorados porque eles têm mais influência sobre você do que você pensa", diz Simon Sherry, um dos autores. “Não somos ingênuos a ponto de achar que estudantes não vão beber álcool, mas nosso estudo mostra que vários deles estão em relacionamentos em que beber acontece com muita regularidade", completa ele.
Mas o estudo também levanta outras dúvidas: será que pessoas que bebem muito naturalmente andam juntas? Será que cada parceiro tem histórico familiar de alcoolismo? Essas, entre outras perguntas, ainda não têm resposta, dizem os autores.

Como melhorar o Natal dos parentes mais velhos



Em Segunda, 19 Dezembro 2011 15:00 por MentalHelp.net tradução e adaptação: Kleyson Matos

O Natal é o tempo onde ocorrem as tradicionais reuniões de família, e é importante incluir nessas reuniões os avós e outros parentes mais velhos da família, dizem especialistas. Também sendo importante considerar as necessidades especiais destes membros idosos, de acordo com uma nota de imprensa da Ryerson University, em Toronto.
Alguns adultos mais velhos podem precisar ser apanhados por um carro. Isso pode ser feito por netos ou outros parentes de outra geração, dando as duas gerações à oportunidade de compartilhar, conectarem-se e viverem experiências juntos.
É importante ter em mente que a perda auditiva pode ser também um problema para as pessoas mais velhas. Algum familiar pode sentar próximo ao local desses parentes para poder repetir partes das conversas ou ajudá-los de outras maneiras.
Prestar atenção para quando as pessoas mais velhas parecem não fazer parte da conversa, e tomar a atitude de fazê-las com que se sintam incluídas, pedindo-lhes opiniões e pedindo que contem sobre suas experiências de vida.
Trazer álbuns de fotos antigas é outra maneira de engajar os membros mais velhos da família. Eles podem reconhecer os nomes de pessoas, horários, eventos e locais de cada foto.
Enquanto alguns adultos mais velhos são muito independentes e não gostam quando os parentes adultos mais jovens tentam ser 'pai' deles, outros são dependentes de seus familiares adultos em alguns aspectos. Ser sensível a estas situações pode melhorar a comunicação com um membro mais velho da família e ajudar a todos desfrutarem do da festividade juntos.
Se você está visitando um parente mais velho em um abrigo para idosos, é importante verificar se é permitido levar crianças e animais da família. No caso dos abrigos, pode ser uma boa idéia levar alimentos das tradições da sua família e decorar uma pequena área com itens que têm sido usados ​​em festas de família por muitos anos.
Todas essas dicas favorecem a integração familiar, a melhoria da qualidade de saúde mental do idoso, sendo positivo para suas funções cognitivas. Nessa época é importante a inclusão e a troca de afetos, mas essas medidas podem ser seguidas por toda vida.

Recessão financeira afeta os vínculos familiares entre pais e filhos


Em Segunda, 19 Dezembro 2011 14:10 por HealthDay News tradução e adaptação: Kleyson Matos




A recente recessão nos EUA levou a uma intervenção nos laços entre pais e filhos do país. Os pais que estavam sob estresse financeiro relataram sentir menos conectados com os seus filhos e os filhos disseram que estavam menos propensos a agir generosamente, é o que apontou um estudo que foi publicado recentemente na edição impressa de Dezembro do Jornal de Pesquisa em Adolescência.
Pesquisadores da Universidade de Nebraska, Lincoln e a Universidade de Brigham Young analisaram dados de uma pesquisa realizada em 2009 e novamente um ano depois de 500 famílias da área de Seattle sobre seus sentimentos de depressão, o estresse financeiro e suas relações familiares.
As famílias eram em sua maioria de classe média e média alta, branca e com educação superior. Os filhos eram adolescentes com idade entre 10 a 14 anos.
De ano para ano, os pais que relataram aumento da pressão financeira também foram mais propensos a relatar sintomas de depressão, segundo o estudo. Por sua vez, pais deprimidos tinham mais probabilidade de estarem menos ligados com seus filhos.
Da mesma forma, o estresse financeiro e a depressão parental também afetaram as crianças. Crianças cujos pais tinham problemas eram menos propensos a dizer que tinham feito trabalho de voluntariado, ajudado amigos e interagido com familiares ou tentando alegrar as pessoas para sentirem-se menos tristes. Um grupo de comportamentos positivos que os pesquisadores chamam de 'comportamento pró-social' foi afetado.
"Os efeitos do estresse econômico estão presentes e têm um impacto sobre as famílias estudadas", disse o principal autor do estudo Gustavo Carlo, professor de desenvolvimento humano e estudos da família na Universidade de Missouri. "São famílias que você acha que eles se sentem menos atingidos pela crise econômica do que outras comunidades, ou que possam ter acesso aos recursos que outras famílias não podem pagar tão facilmente."
As famílias entrevistadas foram da área de Seattle, que não foi tão afetada pela crise como outras partes do país, disse Carlo. "Nós só podemos imaginar como esses efeitos são sentidos pelas famílias em áreas onde as comunidades realmente sofreram tremendamente com a situação econômica", disse ele.
Claro que nem todos os pais que sofrem de stress econômico vão se sentir ansiosos e deprimidos, disse McBride Velma Murry, professor de desenvolvimento humano e psicologia organizacional da Universidade Vanderbilt em Nashville, Tennessee.
Mas o estudo adiciona a um grande corpo de evidências que inclui todos os níveis de renda, grupos raciais e étnicos, e mostra que o estresse econômico pode ter um "efeito cascata" para toda a família, disse Murry.
Quando sob estresse financeiro, os pais que estão acostumados a dar aos seus filhos um telefone celular ou uma roupa nova, sofrem mentalmente porque não podem fazer isso. As crianças também sentem e as suas atitudes e comportamentos também podem ser modificados. Pesquisas anteriores mostraram que as crianças não são tão afetadas pela perda de bens materiais (como um telefone celular ou a roupa nova), mas pelo impacto que isso tem sobre a família, acrescentou.
"Os pais que se sentem sob estresse financeiro e estão deprimidos devem procurar apoio emocional, tanto da família e dos amigos, igreja ou um profissional de saúde mental", fala Carlo.
"Talvez eles devam prestar atenção extra e trabalhar sobre a qualidade do relacionamento com seus filhos"

 Estudo aponta diminuição na exposição de jovens à pornografia on-line


Em Sábado, 17 Dezembro 2011 14:25 por Rick Nauert tradução e adaptação: Kleyson Matos




Pesquisadores relatam que nos últimos cinco anos, as crianças e adolescentes eram menos propensos a experiência de exposição on-line de cenas sexuais indesejáveis, mas relatam que nos dias atuais houve uma melhoria da consciência pública, responsável pela constante redução desses abusos na web, de acordo com estudo publicado no Journal of Adolescent Health on-line.
Autoridades que lutam contra os crimes cometidos em crianças juntamente com a Universidade de New Hampshire descobriram uma redução das solicitações sexuais não desejadas e exposição à pornografia na internet.
O estudo encontrou que a porcentagem de jovens recebendo anúncios on-line de pornografia caiu de 13% em 2005 para 9% em 2010. Já o número de jovens experimentando a exposição à pornografia indesejada caiu de 34% para 23% no mesmo período.
No entanto, relatos de jovens assediados on-line aumentaram ligeiramente de 2005, de 9% para 11%. Todos esses dados foram com base em pesquisas nacionais americanas de jovens de 10 a 17 anos, realizadas em 2000, 2005 e 2010.
"As notícias constantes sobre os perigos da internet podem dar a impressão de que todos os problemas têm sido cada vez mais acentuados para os jovens, mas na verdade esse não é o caso", disse a autora do estudo, Lisa Jones, Ph. D. "O ambiente on-line está na verdade melhorando".
Jones assinalou que as solicitações sexuais indesejadas caíram mais de 50%, desde 2000, quando a atenção de pesquisadores, autoridades, pais e professores foram atraídas para o problema. "As prisões, a mídia e as palestras educativas podem ter melhorado esse quadro", disse a também pesquisadora do estudo, Kimberly Mitchell, Ph. D., professora assistente de psicologia na Universidade de Hampshire.
"As tecnologias cada vez mais eficazes em segurança e rastreamento incorporadas aos sites e redes podem ter ajudado a reduzir os encontros indesejados dos jovens com a pornografia”.Jones disse que o assédio pode não ter caído porque a atenção para esse problema on-line tem sido mais recente. "Esperamos que o novo foco sobre o assédio on-line irá produzir melhorias neste problema", disse a pesquisadora.



 Comissão do Senado quer restringir propaganda de bebidas alcoólicas 

Em Sábado, 17 Dezembro 2011 13:12 por Ivan Richard

O relatório recomenda também a ocupação, por parte do Poder Público, de espaços considerados redutos de usuários de drogas, como as chamadas cracolândias além da concessão de status de ministério à Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad).



Brasília - A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou no último dia 14, o relatório final da Subcomissão Temporária de Políticas Sociais sobre Dependentes Químicos de Álcool e Crack. Entre as sugestões apontadas no documento estão a restrição da propaganda de bebidas alcoólicas e a criação de contribuição social com alíquota de 1% sobre o valor de bebidas alcoólicas e derivados do tabaco.


O relatório é resultado de sete meses de trabalho da subcomissão. Nesse período, foram feitas 12 audiências públicas e ouvidos mais de 30 depoentes, entre especialistas, representantes do governo e da sociedade civil.
O relatório final da subcomissão sugere ainda que o governo federal organize uma conferência nacional para discutir com a sociedade medidas para reduzir o uso de drogas no país. Além disso, propõem a criação de uma comissão mista, formada por senadores e deputados, para saber quantas matérias relacionadas às drogas já tramitam no Congresso.
Depois da aprovação pela Comissão, o documento será enviado à Presidência da República, para os ministérios da Saúde, Educação, Justiça, do Trabalho, e da Assistência Social, além dos governos estaduais e municipais, ministérios públicos federal e estaduais e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Edição: Rivadavia Severo

Beijos a todos!

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