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quarta-feira, 4 de abril de 2012

É sempre bom saber que...

Fumar pode Aumentar Risco de Esquizofrenia


 


Em Quinta, 29 de Março de 2012 às 20:43 por Agência FAPESP




Agência FAPESP – O hábito de fumar pode ampliar o risco de desenvolver esquizofrenia em pessoas saudáveis que possuam variantes genéticas para o transtorno mental. A descoberta está em um estudo publicado esta semana pela revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

Boris Quednow, do Hospital Universitário de Psiquiatria em Zurique, na Suíça, e colegas identificaram que em pessoas com tais variantes um marcador neurobiológico para a esquizofrenia se mostrou mais presente entre fumantes do que naqueles que não fumam.
 Os pesquisadores investigaram a relação entre variantes do gene TCF4 ("fator de transcrição 4"), cuja presença é conhecida por aumentar o risco de desenvolver esquizofrenia, com o déficit de processamento de informações associado ao transtorno. O TCF 4 é uma proteína com papel importante na formação cerebral.
O grupo avaliou 1.821 voluntários saudáveis e encontrou 21 mutações para o gene TCF4. Portadores de quatro dessas variantes apresentaram alterações no processamento de informações sonoras, conforme verificado por exames de eletroencefalografia.
Quando os resultados foram ajustados de acordo com o hábito de fumar, os cientistas observaram que, entre os voluntários com as variantes de risco do gene TCF4, os fumantes apresentaram maiores déficits no processamento de informações. Os déficits foram expressivos tanto para os fumantes leves como para os pesados.
"Como fumar altera o impacto do gene TCF4 na filtragem de estímulos acústicos, o hábito também pode aumentar o papel de genes específicos no risco de desenvolvimento da esquizofrenia", disse Quednow.
De acordo com os pesquisadores, o tabagismo pode se associar com as mutações no TCF4 assumindo um papel importante no desenvolvimento de prejuízos no processamento de informações associado com a esquizofrenia.
"O hábito de fumar deve ser considerado como um importante cofator para o risco de esquizofrenia em pesquisas futuras", disse Quednow.
O artigo Schizophrenia risk polymorphisms in the TCF4 gene interact with smoking in the modulation of auditory sensory gating (doi:10.1073/pnas.1118051109), de Boris B. Quednow e outros, pode ser lido por assinantes da PNAS em http://www.pnas.org/content/early/2012/03/20/1118051109.



Fobia é o Medo Exagerado que Atrapalha em Atividades do Dia-a-dia


 Em Quinta, 29 de Março de 2012 20:25 por Globo - Bem Estar




Sentir medo é bom, é uma forma de proteção do nosso corpo contra os perigos da vida e do ambiente. Mas há momentos em que este sentimento passa dos limites e, em vez de proteger, atrapalha em atividades que deveriam ser corriqueiras. É neste ponto que o medo se torna fobia.

A fobia é um medo que não fica só na cabeça de quem sente. Ela dispara sintomas físicos, como taquicardia, falta de ar e ataques de pânico. Com isto, a pessoa deixa de fazer coisas básicas do dia-a-dia, como dirigir ou pegar um ônibus.
No Bem Estar desta terça-feira (27), a pediatra Ana Escobar e do psiquiatra Luiz Vicente Figueira de Mello explicaram qual é o limite que diferencia medo e fobia. Eles também deram dicas de como enfrentar e superar este problema.
As dicas acima fazem parte de uma técnica conhecida como exposição gradual. São maneiras de encarar o medo aos poucos, até pegar a confiança necessária para retomar este tipo de atividade normalmente
A técnica é mais indicada para os casos de fobias específicas – quando a pessoa tem medo de altura ou de lugares fechados, por exemplo. Em geral, este medo é provocado por alguma experiência ruim que provoca um trauma psicológico, e pode surgir em qualquer momento da vida.
O que acontece nestes casos é que o cérebro relaciona uma “memória ruim” a algum objeto, lugar ou situação. Quando isto acontece, A pessoa não consegue mais entrar em contato com esta coisa específica – ela sente um bloqueio, os sintomas físicos se manifestam.
Além da fobia específica, há outros dois tipos de medo exagerado, e ambos têm tratamento: a agorafobia e o medo social.
A agorafobia é o medo de se sentir mal em determinados locais e não poder receber socorro. Normalmente, as pessoas que tem este tipo de medo se sentam perto das saídas no ônibus ou no cinema, ficam sempre prontas para escapar caso algo aconteça. Em geral, a agorafobia está associada à síndrome do pânico. Já a fobia social é uma timidez exagerada e doentia que pode surgir em várias situações.
As pessoas que têm esta fobia costumam nascer com ela, ou pelo menos com uma predisposição a desenvolvê-la.
Este medo do julgamento dos outros atrapalha muito na interação social e no relacionamento com amigos e colegas de trabalho. A timidez chega ao ponto de fazer com que uma pessoa não consiga nem assinar um cheque, por medo da exposição, por exemplo. Este tipo de medo é o mais difícil de resolver sozinho, é preciso procurar ajuda profissional.


Imagem Revela como o Cérebro é Organizado


Em Sexta, 30 de Março de 2012 09:00 por G1 - São Paulo




Esqueça aquela ideia de que "o lado direito do cérebro faz assim" e o "lado esquerdo do cérebro faz assado". Um estudo publicado nesta quinta-feira (29) pela revista “Science” mostra que o cérebro humano não tem "lados" nem é isolado na hora de realizar tarefas. Ele é todo interligado e não existem áreas específicas para funções específicas.

O mesmo padrão de organização foi observado no cérebro humano e também no de macacos. Segundo os pesquisadores, os sinais que correm pelo cérebro se ordenam em uma estrutura tridimensional, como uma "grade curvada". Em resumo, o cérebro não é um emaranhado de fios separados, mas uma rede interligada.
A velha imagem do cérebro como um emaranhado com milhares de fios separados e desconectados não fazia sentido do ponto de vista evolutivo”, afirmou Van Wedeen, autor do estudo, em material de divulgação do Hospital Geral de Massachusetts, nos EUA, onde ele trabalha.
  Cérebro visto como uma grade curvada, em imagem feita por estudo publicado nesta quinta (29) (Foto: MCH-UCLA Human Connectome Project)
Como a seleção natural levaria cada um destes fios a configurações mais eficientes e vantajosas? A grande simplicidade desta estrutura em grade é o motivo pelo qual ele [o cérebro] consegue acomodar as mudanças aleatórias e graduais da evolução”, concluiu o pesquisador.

 Beijos a todos!

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