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sexta-feira, 27 de abril de 2012

É sempre bom saber que...





Transplante de Neurônios para tratar doenças neurodegenerativas

Descoberta pode ajudar a reduzir os danos causados pelo Parkinson e Alzheimer 




Em Terça, 10 de Abril de 2012 - por Mente e Cérebro



Células neurais derivadas de células-tronco embrionárias humanas transplantadas para o cérebro de ratos são capazes de estabelecer sinapses e se comunicar com outras células dos roedores. A descoberta, divulgada pela Proceedings of the National Academy of Sciences, pode ajudar a reduzir os danos causados por doenças marcadas pela perda progressiva de neurônios, como Alzheimer e Parkinson.

Pesquisadores da Universidade de Wisconsin observaram o comportamento de células neurais de humanos e de ratos cultivadas em laboratório. Os tubos de ensaio foram expostos a feixes de luz para estimular a atividade dos neurônios humanos (técnica chamada optogenética), e os cientistas observaram que a luz agiu também sobre as células dos ratos, que passaram a gerar sinais elétricos, o que sugere sinapse entre os dois tipos de neurônios. Depois, as células humanas cultivadas in vitro foram implantadas no hipocampo dos roedores – a análise dos tecidos cerebrais dos animais indicou que as células se comunicavam, como ocorreu no laboratório.

Os neurônios são células eletricamente excitáveis – a optogenética induz neurônios específicos a produzir proteínas ativadas por comprimentos específicos de onda da luz. Assim, os cientistas conseguem aumentar ou diminuir a atividade neuronal no cérebro. “Células-tronco e optogenética podem ser uma combinação promissora para o tratamento de doenças neurodegenerativas. Se as células transplantadas não reagirem como o esperado, é possível usar a luz para modulá-las”, diz o neurocientista Su-Chun Zhang, pesquisador da universidade.

Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/transplante_de_neuronios_para_tratar_doencas_neurodegenerativas.html







Estudos reforçam relevância clínica do lítio contra Alzheimer

Em 04 de Abril de 2012 - por Fábio de Castro da Agência Fapesp

Agência FAPESP – Estudos realizados na Universidade de São Paulo (USP) reforçaram as evidências de que o lítio, amplamente utilizado no tratamento de transtorno bipolar, pode ter um efeito protetor contra o aparecimento da doença de Alzheimer.
A pesquisa, que teve seus resultados publicados em 2011 na revista British Journal of Psychiatry , foi conduzido por Orestes Forlenza, do Laboratório de Neurociências do Instituto de Psiquiatria (Ipq) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Forlenza apresentou os resultados em São Paulo durante o Brazil-Canada Prion Science Workshop 2012, realizado em março pelo Hospital A.C. Camargo.
O trabalho é resultado do Projeto Temático Neurobiologia da doença de Alzheimer: marcadores de risco, prognóstico e resposta terapêutica”, iniciado em 2010 e financiado pela FAPESP e coordenado por Wagner Gattaz, também do IPq.
De acordo com Forlenza, o experimento foi realizado com idosos com comprometimento cognitivo leve. Os resultados demonstram a relevância clínica da aplicação de baixas doses de lítio em pacientes que ainda não atingiram a fase demencial da doença de Alzheimer, reforçando a hipótese de que o medicamento possa ser utilizado na prevenção do problema.
“Os pacientes que receberam lítio não apenas ficaram mais estáveis clinicamente, do ponto de vista funcional e cognitivo, como tiveram menos deterioração de memória e de funções cognitivas”, disse Forlenza à Agência FAPESP.
Além disso, o experimento revelou uma evidência de modificação de um dos processos patogênicos centrais da doença de Alzheimer, que é a hiperfosforilação da proteína TAU, um processo que destrói o esqueleto das células, levando à morte dos neurônios. O lítio inibe a atividade da enzima GSK 3-Beta, que fosforila a TAU.
“O conjunto desses resultados mostra que possivelmente o lítio produz um efeito modificador da doença. Além da hipótese inicial, que era a inibição da enzima GSK 3-Beta, olhamos outros possíveis participantes desse efeito”, disse Forlenza.
Os estudos mostraram que há um aumento de fator neurotrófico derivado cerebral (BDNF), da função mitocondrial e da atividade de outras enzimas. “Tudo isso alinha em torno de um mecanismo múltiplo de modificação de vários processos patogênicos”, disse o pesquisador.
Tempo de seguimento
Há muitos anos a ciência acumula evidencias biológicas, experimentais – em modelos animais, em culturas de células, ou extrapolações por métodos de neuroimagem – de que o lítio poderia exercer ações neurotróficas ou neuroprotetoras. Mas até recentemente não havia nenhuma comprovação de que isso tivesse algum significado clínico ou benefício humano.
“Essa comprovação começou a se realizar quando publicamos, em 2007, um trabalho demonstrando que, quando ficam mais velhos, indivíduos que têm doença bipolar – e que portanto recebem lítio clinicamente por vários anos – têm uma menor taxa de demência que os indivíduos bipolares que foram tratados com outras terapias”, disse Forlenza.
Com base nessas constatações clínicas experimentais, o grupo da USP lançou um estudo randomizado para, de maneira bem controlada, avaliar o efeito neuroprotetor do lítio em indivíduos em risco de ter doença de Alzheimer. O modelo escolhido para essa finalidade foram os indivíduos com comprometimento cognitivo leve.
“Tínhamos como base dois trabalhos que foram publicados – um na Inglaterra, outro na Alemanha – usando lítio para tratar indivíduos com a doença de Alzheimer já em fase demencial”, explicou Forlenza.
O estudo britânico fracassou, segundo ele, porque os pacientes não toleraram o tratamento. As doses de lítio eram mais altas, houve uma alta taxa de abandono, impossibilitando que se chegassem a conclusões. O outro estudo multicêntrico europeu, feito na Alemanha, fez um ensaio com lítio em doença de Alzheimer leve por dez semanas. Também fracassou, porque não encontrou mudança nenhuma dos parâmetros clínicos e biológicos.
“Com base nessas informações, alinhamos então o nosso projeto para tratar não indivíduos com doença de Alzheimer já em fase demencial, mas em uma fase anterior a isso. Outro diferencial da nossa abordagem é que utilizamos o lítio em doses menores que as utilizadas clinicamente. Mostramos que essas doses são suficientes para inibir a atividade de uma enzima que imaginamos que esteja ligada ao processo”, disse Forlenza.
Outra diferença crucial em relação aos estudos antigos, segundo Forlenza, foi o tempo de seguimento. “Realizamos um seguimento de quatro anos, com desdobramentos em 12, 24 e 36 meses. Na amostra total foram incluídos 61 pacientes. Uma taxa menor chegou ao fim dos quatro anos, mas no primeiro ano tivemos 91% de permanência no estudo”, disse.
O Projeto Temático será concluído em 2014. Até lá, os pesquisadores seguirão com a linha de estudos envolvendo a aplicação de lítio como antagonista da doença de Alzheimer. Os cientistas voltarão o foco a partir de agora a parâmetros como neuroimagem funcional com tomografia de emissão de pósitrons (PET) e com neuroimagem estrutural, para comparar os dois grupos de pacientes e observar outros desfechos.
“Várias análises ainda precisam ser feitas, ou completadas, com variações de biomarcadores e de tempos de seguimento, por exemplo. Queremos também iniciar um estudo semelhante, não mais em pacientes com comprometimento cognitivo leve, mas em pacientes com doença de Alzheimer familiar de início precoce, que talvez seja o modelo ideal para se testar essa modificação de patogenia”, disse Forlenza. 





Fonte: http://agencia.fapesp.br/15408








Falar duas línguas ajuda a retardar o surgimento do Alzheimer


Habilidade pode atrasar em até cinco anos a aparição de sintomas. Uso de línguas estimula regiões do cérebro de controle cognitivo.


Em 29 de Março de 2012 as 20h42 - Por EFE, via G1


 Pesquisadores canadenses afirmaram nesta quinta-feira (29) que  estudos recentes demonstram que o cérebro das pessoas bilingues estão mais protegidos do declínio cognitivo e podem ter retardado o aparecimento de doenças degenerativas.

O estudo, 'Bilinguismo: consequências para a mente e o cérebro', publicado na revista médica 'Trends in Cognitive Sciences', indica que o envelhecimento das pessoas fluentes em dois idiomas é menos suscetível a doenças como o Alzheimer.


'O bilinguismo tem um efeito leve entre os adultos, mas um impacto maior na velhice, um conceito conhecido como 'reserva cognitiva'', afirmaram os autores do estudo, pesquisadores do Departamento de Psicologia da Universidade de York (Canadá).
Os cientistas acreditam que o uso de duas línguas estimula regiões do cérebro que são básicas para a atenção geral e o controle cognitivo.
Tendo que administrar duas línguas simultaneamente, o sistema de controle executivo do cérebro, que é o que facilita a concentração, é executado de forma contínua para evitar conflitos entre as línguas.
Outro estudo canadense divulgado em 2010 apontou que o bilinguismo pode ajudar a atrasar em até cinco anos a aparição dos sintomas do Alzheimer.

Álcool pode deixar cérebro mais 'ligado' para lidar com testes, diz pesquisa

Psicólogos em Illinois, nos EUA, avaliaram desempenho de 40 homens para chegar à conclusão.

Em 11 de Abril de 2012 às 07h53 - Por BBC, via G1


Uma pesquisa realizada por psicólogos da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, afirma que beber álcool em quantidades moderadas pode deixar o cérebro mais 'afiado' para lidar com atividades que requerem criatividade.
O estudo foi feito com 40 homens de idades entre 21 e 30 anos recrutados de forma voluntária através do site Craigslist. Metade deles foram alcoolizados até atingir concentração de álcool no sangue de 0,075, que é acima do permitido para motoristas na maioria dos Estados americanos. Os demais continuaram sóbrios durante o estudo.
Em seguida, todos os 40 participantes foram submetidos a testes de Associações Remotas de Mednick (RAT, na sigla em inglês), que é uma forma simples e rápida usada por psicólogos para avaliar a solução de problemas criativos.
Os cientistas apresentam três palavras ao entrevistado - por exemplo, 'mate', 'cadeira' e 'bule'. O objetivo é encontrar uma palavra comum que possa ser associada a cada um destes termos, como a palavra 'chá' (formando a palavra composta 'chá-mate' e as expressões 'chá de cadeira' e 'bule de chá').
No caso da pesquisa feita pela universidade de Illinois, os psicólogos ainda pediram para que cada entrevistado explicasse como chegou à resposta correta - se foi através de algum método de associação ou se foi por um mero 'lampejo espontâneo'.
Os participantes que estavam alcoolizados conseguiram acertar mais vezes as respostas, do que os sóbrios. O índice de acerto entre as pessoas que haviam bebido era de 58%, em comparação com 42% dos que não tinham ingerido álcool.
Além disso, eles apresentaram respostas de forma mais rápida (12 segundos para os alcoolizados, em comparação com 15 segundos dos sóbrios) e com maior incidência de 'lampejos espontâneos'. Isso sugere que o álcool pode, em determinados casos, contribuir para que as pessoas encontrem respostas mais rápidas e de forma mais criativa.
O estudo feito pelos pesquisadores Andrew Jarosz, Gregory Colflesh e Jennifer Wiley foi publicado na edição de março da revista científica .
Os autores do artigo dizem que o resultado é compatível com outros estudos, que sugerem que sonecas tiradas imediatamente antes de tarefas difíceis podem melhorar o desempenho do cérebro na busca por soluções criativas.
Outra pesquisa afirma que um grau menor de concentração também tem mesmo efeito no cérebro. Para os pesquisadores de Illinois, um grau moderado de alcoolização pode contribuir para 'desconcentrar' o indivíduo, facilitando soluções criativas.


Beijos a todos!

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