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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Novidades Farma Delivery: Saiba mais sobre o Tratamento da Diabetes!



Tratamento do Diabetes - Quando e por que usar insulina?

A insulina é um hormônio produzido pelas células Beta do pâncreas responsável pelo controle da glicemia (quantidade de açúcar no sangue), atuando no metabolismo dos carboidratos, das gorduras e das proteínas.

Sempre que temos um diagnóstico de Diabetes o paciente logo pergunta:

- Mas eu posso tomar comprimidos; não é mesmo Dr. (a.)? Que medo!

Não precisa ter tanto medo assim. A insulina é um hormônio do ''bem''. Ela melhora muito a saúde de quem não tem ou tem muito pouco a substância! Mas não podemos abusar, pois demais fará mal.

Outra pergunta que todos fazem é:

- Mas se eu começar a tomar insulina agora, ficarei dependente dela para sempre?

Essa lenda vem de quando classificávamos as pessoas com Diabetes como dependentes ou não de insulina.

Todos somos dependentes da insulina. Sem ela morremos. Essa foi a maior descoberta, em 1921, para as pessoas que possuem diabetes, de que ela salva a vida. O primeiro paciente a receber a insulina, Leonard Thompson, em 11 de janeiro de 1922, aos 14 anos, tem fotos comoventes. Antes magro e caquético, aguardando a morte, depois da insulina, uma criança normal e saudável!

Vemos pacientes com muito medo de iniciar a insulina e, depois que experimentam, há uma melhora na qualidade de vida. Mas os remédios também são bons e tudo tem a sua hora certa.

No organismo normal, a insulina é constantemente liberada mantendo um basal no sangue o tempo todo. Quando comemos, a glicemia e a insulina aumentam na circulação para controlar a quantidade de açúcar que é: em jejum de 70 a 99 mg/dl e de 70 a 140 mg/dl, 2 horas após uma refeição. A qualquer hora do dia deve ser menor que 200 mg/dl.

Todos os pacientes com Diabetes do tipo 1 devem usar insulina e quem tem a do Tipo 2 poderá empregá-la quando os tratamentos com dieta, exercícios e a medicação não controlam a glicemia nem a Hemoglobina glicosilada. Há situações especiais em que há um maior requerimento de insulina, como nos casos de cirurgias, infecções ou quando, é necessário, o uso de medicamentos que aumentam a glicemia, por exemplo, de corticoides (medicamentos com cortisona) que ampliam muito a taxa de açúcar no sangue.

Para cada pessoa, existe uma dose e um tipo de insulina mais adequadas. No entanto, o médico que decidirá quais deverão ser utilizadas, baseado nos dados do paciente, principalmente na marcação dos resultados das pontas dos dedos.

Quais são os tipos de insulina?


Lentas

Fonte:  http://espacodiabetes.com.br/insulinas.html

Rápidas e Ultrarrápidas 

Fonte:  http://espacodiabetes.com.br/insulinas.html


Existem as insulinas Mix ou Pré-misturas que associam uma insulina NPH com uma R ou Ultrarrápida.

Os dispositivos para administração podem ser:

Seingas são de 30, 50 (cada risquinho corresponde a uma unidade e na de 100ui cada risco equivale a 2 unidades).

Pode-se usar as canetas aplicadoras de insulina. Para cada marca há uma caneta específica. Um tubete não serve para uma caneta de outra marca.

Cada frasco da insulina tem capacidade para 300 unidades. Os frascos, semelhantes aos de anestesia que os dentistas usam, podem ficar dentro da caneta por até 28 dias fora da geladeira. É necessário sempre evitar de deixar a caneta próxima a locais muito aquecidos (Ex: em cima da geladeira, próxima ao micro-ondas, no painel ou porta-luvas do carro). As canetas são muito práticas porque facilitam o transporte e não necessitam de refrigeração constante como no caso da insulina em frasco.

Até há bem pouco tempo, as agulhas eram indicadas de acordo com o índice de massa corpórea da pessoa, assim, os muito magros ou crianças usavam agulhas de 5,0 e 6,0mm, os normais de 8,0mm e os obesos de 12mm. No entanto, estudos recentes concluíram que as agulhas de 4,0mm podem ser utilizadas por todos. Na prática, contudo, alguns pacientes adultos preferem as de 8,0mm, pois acham que o controle é melhor.

Bomba Infusa de Insulina Subcutânea

- Trata-se de um pequeno aparelho com um programa que permite infundir mínimas quantidades de insulina durante 24 horas. Nos momentos de maior necessidade de insulina, o paciente mede a glicemia ou calcula a quantidade de carboidratos que irá comer e libera a quantidade necessária para aquele momento especificamente. Existem duas marcas de bombas no mercado brasileiro, ambas muito boas, mas precisam ser programadas para infundir insulina. 

Dra. Livia Zimmermann - Endocrinologista e Nutróloga
CRM - SO 75.692

Fonte: Páginas 4 e 5 da Revista farmadelivery.com.br - Ano IV - Maio/Junho/2012

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